Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/5223| Tipo: | Tese |
| Título: | Design computacional: comunicação do in-visível |
| Título(s) alternativo(s): | Computational design: communication of in-visible |
| Autor(es): | Nunes, João Fernando Igansi |
| Primeiro Orientador: | Beiguelman, Giselle |
| Resumo: | A linguagem é uma máquina e o design que a modela é outra, assim como também máquina é todo o modelo (techne aristotélica) dos discursos que os conceituam: No Design Computacional a regra é aplicar regra(s). O estudo Design Computacional: comunicação do in-visível, problematiza a configuração das Interfaces Culturais, máquinas de discursos advindas da comunicação dos códigos fixos (paradigma da fabricação) no atual estado das máquinas diagramáticas informacionais dos códigos executáveis (paradigma da programação). A presente Tese, no contexto das novas tecnologias da comunicação busca particularizar as especificidades da prática e da retórica (crítica e criativa) dos códigos executáveis, aqueles pertencentes aos processos criativos do que se instaurou chamar de Design Computacional: o design resultante de um estado processual gerado na ação programada do código algorítmico em sua respectiva ação de funcionamento. Para tanto, a investigação intersecta linguagem, máquina e técnica, interação e respectivos resultados estéticos advindos da cultura do software . A idéia de se construir um estudo sistemático sobre o estado do design computacional, bem como a busca da compreensão do mais novo estatuto da comunicação dos códigos executáveis, encontra suas principais referências metodológicas na proposta de John B. Thompson (1995) para análise das formas simbólicas. Em circunstâncias específicas, a presente proposta organiza a discussão sobre a natureza da sintaxe sígnifica da produção atual desse design em seus respectivos fundamentos. Design Computacional, on e off line, faz-se existir pela condição de operação complementar entre sistemas humanos e maquínicos e, como tal, faz-se perceptível às sensações e percepções de ambos. Dentro desta esfera dos sentidos, a ação dessas linguagens inteligentes, matrizes que se re-combinam em cada dimensão lógica de compartilhamento de eventos e atualizações, produzem a identificação e o mapeamento do modelo (pela regra escrita) que é percebido (pela regra lida). O pensamento computacional gerado nesse estatuto de linguagem é lógica de processamento e produção de meta-signos, constitui-se nas relações entre o conteúdo técnico e o seu respectivo conteúdo tecnológico da comunicação que opera e tem como base as teorias pós-estruturalistas de autores como: Roland Barthes, Jacques Derrida, Felix Guattari, bem como as atuais críticas de Lev Manovich, Katherine Hayles, Florian Cramer, Jean-Pierre Balpe, Margot Lovejoy, Paul Fishwick e Mattheu Fuller sobre o estado informacional e estético dos meios computacionais. Situado nas estruturas de linguagens algorítmicas, esse pensamento computacional evolui de um estado diagramático moderno residente no imaginário técnico para um imaginário tecnológico emergente daquilo que ficou conhecido a partir do século XX, como Hipermodernismo. As observações e análises desse trabalho construiram-se ainda sob o aporte teórico e prático de Martin Wattenberg, John Maeda, Golan Levin, Benjamin Fry, Markamerica, Mark Napier e Santiago Ortiz |
| Abstract: | The language is a machine and the design that shapes it, it is another one, as well as the machine is the whole model (Techno Aristotelian) of discourses that conceptualize it: Computational Design in the rule is applying the rule(s). The study of Computational Design: communication of in-visible, presents the configuration of Cultural Interfaces, discourse machines derived from the fixed communication codes (paradigm of manufacturing) in the current state of the informational diagrammatic machines for executable codes (the programming paradigm). This thesis, in the context of the new communication technologies searches to detail the specifics of practice and rhetoric (critical and creative) of the executable codes, those belonging to the creative processes that brought the call of Computational Design: The design resulting from a procedural state generated in the programmed action of the algorithms in their code share operations. Thus, the investigation intersects language, machine and technique, interaction and respective aesthetic results coming from the "culture of software." The idea of building a systematic study on the state of computational design, as well as the quest for the understanding of the latest executable codes communication status, finds its main methodological references in the proposal of John B. Thompson (1995) for analysis of symbolic forms. Under specific circumstances, this proposal organizes the discussion about the nature of the syntax on the current design production on their respective fundaments. Computational Design, on and off line, it is the condition of any additional operation between human systems and machines, and as such it is perceived to sensations and perceptions of both. Within this sphere of the senses, the action of these intelligent languages, matrices that re-match in each logical dimension of events sharing and updates, produce identification and the mapping of the model (ruled by writing) that is perceived (ruled by reading). The "computational thinking" that generated the status of language is logic-processing and production of meta-signs, which is the relationship between the technical content and the technological content of communication that operates and that is based on the theories of post-structuralist authors such as Roland Barthes, Jacques Derrida, Félix Guattari, and the current criticism of Lev Manovich, Katherine Hayles, Florian Cramer, Jean-Pierre Balpe, Margot Lovejoy, Paul Fishwick and Matthew Fuller on the informational and computational media aesthetics. This "computational thinking" which is located in the structures of language algorithms evolves from modern diagrammatic state in the technical imaginary to a technological imaginary emerging from what was known from the twentieth century as Hypermodernism. The observations and analysis of that work were built under the theoretical and practical contributions of Martin Wattenberg, John Maeda, Golan Levin, Benjamin Fry, Markamerica, Mark Napier and Santiago Ortiz |
| Palavras-chave: | Design computacional Computational design Desenho por computador |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO |
| Idioma: | por |
| País: | BR |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo |
| Sigla da Instituição: | PUC-SP |
| metadata.dc.publisher.department: | Comunicação |
| metadata.dc.publisher.program: | Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica |
| Citação: | Nunes, João Fernando Igansi. Computational design: communication of in-visible. 2009. 199 f. Tese (Doutorado em Comunicação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2009. |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://tede2.pucsp.br/handle/handle/5223 |
| Data do documento: | 4-Mai-2009 |
| Aparece nas coleções: | Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Joao Fernando Igansi Nunes.pdf | 4,39 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.

